A Intel foi a grande criadora desse modelo, já que com a chegada dos tablets, os netbooks perderiam facilmente a briga. Ficou sem propósito adquirir um netbook ao invés de um tablet. E no reino móvel são os processadores ARM e Apple que dominam o mercado. A questão performance influencia nessa situação. Os processadores móveis não devem nada aos processadores voltados para os netbooks.
O grande problema do tablet é a ausência de um teclado físico. Para quem trabalha diariamente com uma máquina para produção de textos e faz muitas anotações, o tablet acaba se tornando uma pedra no caminho, cansando o usuário ao digitar pelo touchscreen, adicionando ainda o problema de precisão, que muitas vezes estamos digitando e sem querer tocamos em um ponto errado da tela.
Então a Intel criou o conceito - e regras que o definem - ultrabook, um notebook com tamanho reduzido, espessura reduzida, sendo muito leve e que utilize um processador mais “parrudo”. É a solução perfeita para quem deseja trabalhar longe de casa sem sacrificar o desempenho.
Os ultrabooks tem como meta custar apenas míl dólares. Mas na prática, está disponível com preços abaixo desses - cerca de 800 dólares - e os modelos mais recentes de 1.200 dólares para cima. Infelizmente no Brasil, por ter uma taxa tributária tão grande, produtos assim, chegam facilmente ao preço de 5.000 reais.
A Apple já provou com o seu MacBook Air que os ultrabooks tem tudo para dar certo, tanto é que são máquinas cobiçadas por vários entusiastas do mundo tecnológico e até mesmo de usuários que necessitam de mobilidade sem ter uma “carroça” para trabalhos que necessitam agilidade.
A Intel começou a disseminação dos ultrabooks com seus comerciais televisivos, inclusive no Brasil. Uma das maiores montadoras de notebooks do mundo, a Acer, está investindo pesadamente nos seus ultrabooks no território brasileiro. Abaixo a propaganda da da Intel expondo as maravilhas dos ultrabooks. O outro vídeo é o Acer S7, modelo lançado recentemente lançado aqui, infelizmente não encontrei a versão que é veiculada no país, mas a versão oriental do comercial é maior.
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